LGPD para Loja Maçônica: como proteger os dados dos irmãos
A filiação a uma Loja é informação pessoal sensível. Quem guarda esses dados em planilhas e grupos de mensagens assume um risco que um sistema pode reduzir.
1. Quem é quem: a Loja decide, o sistema protege
Pela LGPD, a Loja é a controladora dos dados dos seus membros, candidatos e visitantes. O Oriente Virtual atua como operadora: trata os dados só para prestar o serviço, não os usa para fins próprios e não os compartilha entre Lojas. Veja a Política de Privacidade.
2. Medidas técnicas
- Dados isolados por Loja.
- Acesso por cargo, com 10 níveis, para que cada um veja só o necessário.
- Autenticação em dois fatores e bloqueio após tentativas suspeitas.
- Conexão protegida por HTTPS.
- Trilha de auditoria que registra quem fez o quê, quando e em qual Loja, e que não pode ser alterada.
3. Boas práticas para a diretoria
- Cadastrar apenas os dados necessários.
- Rever as permissões a cada troca de diretoria.
- Desativar o acesso de quem sai de um cargo.
- Atender os pedidos dos titulares (acesso, correção, eliminação).
4. O que o sistema não faz por você
Um sistema apoia a adequação, mas não substitui a avaliação de um profissional de direito. A Loja deve definir a base legal de cada tratamento e orientar seus oficiais.
5. Perguntas frequentes
O Oriente Virtual é o controlador dos dados?
Não. A Loja é a controladora; o Oriente Virtual é operador e trata os dados apenas para prestar o serviço.
Os dados de uma Loja aparecem para outra?
Não. Há isolamento total entre as Lojas.
O sistema deixa tudo conforme a LGPD sozinho?
Ele oferece os controles técnicos, mas a adequação depende também das decisões e dos processos da Loja.
Veja também: Sistema para Loja Maçônica · Cadastro de membros · Documentos oficiais.